CARACTERÍSTICAS DOS NOVOS PRODUTOS

Existem seis categorias de novos produtos: produtos inéditos para o mundo, nova linha de produtos, adições a linhas existentes, produtos revisados, produtos reposicionados e redução de custos.
Milhões de novos produtos chegam ao mercado todos os anos, sejam inéditos ou pertencentes a linhas existentes. A maioria, no entanto, não consegue alcançar os resultados almejados. E mesmo os que são bem aceitos pelo mercado tem, em virtude da concorrência, dificuldade de gerar lucro.
O processo de desenvolvimento de novos produtos é lento. Passa por diversas fases, da geração de idéias ao lançamento no mercado. É um processo dividido em cinco partes: geração e triagem de idéias, análise comercial, desenvolvimento do produto, teste de mercado e comercialização.
Os profissionais responsáveis pelo desenvolvimento do produto precisam tomar um número incontável de decisões em relacão a atributos como qualidade, design e segurança do produto. Também devem ser exigentes no que diz respeito à embalagem, ao rótulo e a apresentação nos pontos de venda. Vejamos em detalhes os cuidados que precisam ser tomados em relação à qualidade, design e segurança.
QUALIDADE – Ninguém em sã consciência gostaria de adquirir um produto de qualidade duvidosa. Por isso que os responsáveis pelos novos produtos devem ser cuidadosos. Para criar um produto de qualidade eles adotam os seguintes critérios:
Desempenho: o produto precisa executar bem as funções a que se propõe.
Característica: o produto deve ter as características desejadas pelo consumidor.
Confiabilidade: tem que ser confiável.
Conformidade: ele deve se adequar aos padrões de qualidade e segurança exigidas pelo mercado.
Durabilidade: o produto deve ter validade segura e durável.
Serviços: o cliente de um serviço que possibilite resolver dúvidas e dar sugestões sobre o produto.
Estética: o produto deve ser atraente.
Avaliacão geral: como o produto é avaliado, levando em conta detalhes como segurança, confiabilidade, design e outros aspectos?
DESIGN: o cliente não quer só atributos como durabilidade, ele deseja que o produto seja fisicamente atraente. É, portanto, ideal que o fabricante se atenha a outros fatores sem negligenciar o fator estético. O design pode agregar valor ao novo produto. Foi o que fez a Fiat ao relançar no mercado europeu o tradicional Fiat 500. Ela “revisou” o produto, relançando-o com grande estardalhaço, obtendo resultados satisfatórios nas vendas e nos lucros. Em relação a bens de consumo não-duráveis, o marketing deve pensar num fator a mais, além do design: o design da embalagem. Além de funcional , ela deve identificar e descrever o produto. Por fim, ela precisa ser atraente.
SEGURANÇA DO PRODUTO: Normalmente pensamos que segurança é um item a ser levado em conta apenas em itens como produtos de limpeza, álcool engarrafados, medicamentos, inseticidas, tintas, solventes e eletro-eletrônicos. Mas a verdade é outra. De brinquedos a automóveis, de computadores a aviões, quase todos os produtos precisam ter um nível razoável de segurança. Ela deve ser levada em conta não somente por motivos éticos, mas por motivos práticos. Nenhum cliente tornará a comprar um produto que, em algum momento, lhe ofereceu risco.



